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NAVEGAR É PRECISO

2018 - PORTO DO FUNCHAL - PREVISÕES

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Neste momento, o Porto do Funchal tem 292 marcações de navios para 2018.

 

O mês onde se prevêem mais chegadas é o de Novembro, como já é habitual há muitos anos, com 53, logo seguido de Dezembro com 45 e Abril com 38 chegadas.

 

Junho com apenas uma presença destaca-se claramente como pior mês do ano, seguido por Julho e Agosto com apenas 4 visitas.

 

Entre os navios com maior número de presenças destaca-se o Marella Dream (ex-Thomson Dream), com 21. Seguem-se o Norwegian Spirit com 12 visitas e o Mein Schiff 1, com 10 presenças previstas em 2018.

 

Quanto à procedência, o maior número (22) vem de Tenerife, com 15 a vir de Las Palmas e outros 15 de Santa Cruz de La Palma. De notar que falta informação sobre origem e destino no site dos Portos da Madeira para uma parte substancial dos navios, pelo que a informação indicada é parcial.

 

Quanto a destino, 21 dirigem-se para Málaga, 19 do Funchal para Santa Cruz de La Palma e 9 têm por destino Tenerife.

 

A nível dos agentes de navegação predomina a Blaters, que com 169 navios agênciados atinge uma quota de mercado de quase 58%. Segue-se a JFM Shipping, com 92.

2018 - PORTO DE LEIXÕES - PREVISÕES

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Terminal de Cruzeiros de Leixões - Foto APDL

 

Neste momento, o Porto de Leixões tem 104 marcações de navios para 2018.

 

O mês onde prevêem mais chegadas é o de Maio com 20, logo de seguido de Setembro com 17 e Junho com 14 chegadas.

 

O mês de Dezembro, sem qualquer presença prevista até ao momento, destaca-se claramente como pior mês do ano, seguido por Janeiro com 1 visita apenas.

 

Entre os navios com maior número de presenças destaca-se o Thomson Spirit, com 11 (é também um dos navios que mais vezes vai visitar Lisboa). Seguem-se o Ventura com seis e o MSC Magnífica, com cinco presenças previstas em 2018.

 

Quanto à procedência, o maior número (24) vem de La Coruña, com 23 a vir de Lisboa e 12 de Vigo.

 

Quanto a destino, 49 dirigem-se para Lisboa, 12 para La Coruña e 9 para Vigo.

 

Quanto a  agentes de navegação predomina tal como em Lisboa a James Rawes que com 41 navios agênciados atinge uma quota de mercado em Leixões superior a 39%. Segue-se a Universal Maritima, com 30 navios.

2018 - PORTO DE LISBOA - PREVISÕES

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(Foto do terminal de Cruzeiros de Lisboa, em 5/11/2017)

 

Neste momento, o Porto de Lisboa tem 353 marcações de navios para 2018, número que, comparado com os reais de 2017 representaria logo um aumento de cerca de 6%. Decerto que mais alguns (não muitos porque a maior parte dos planeamentos são feitos com dois anos de antecedência) virão. E já se prevê novo record para 2019, ano em que os efeitos do novo Terminal de Cruzeiros já se farão sentir em pleno.

 

O mês onde prevêem mais chegadas é o de Outubro com 58, logo de seguido de Abril com 50 e Maio e Setembro, com 46 chegadas cada.

 

Um Fevereiro com apenas quatro presenças destaca-se claramente como pior mês do ano, seguido por Janeiro com 14 visitas.

 

Entre os navios com maior número de presenças destaca-se o Ventura, com 14. Já em 2017 foi o navio que visitou mais vezes Lisboa. Seguem-se o Thomson Spirit e o Costa Favolosa, com 11 presenças previstas em 2018.

 

A nível de bandeira dos navios, temos um claro predomínio das Bahamas com 107 e de Malta com 74. Com bandeira portuguesa, teremos apenas três visitas: o velhinho Astoria da Cruise Maritime Voyages e duas visitas do Ocean Majesty, da Majesty International Cruises.

 

Quanto à procedência, o maior número (66) vem de Cadiz, com 34 a vir de Leixões e 30 do Funchal.

 

Quanto a destino, 53 dirigem-se de Lisboa para Southampton, 45 para Cadiz, 30 para Leixões e 29 para Portimão.

 

A nível de marcas dos navios que visitarão Lisboa, temos a P&O Cruises com 42, Aida Cruises com 30, seguidos da Fred Olson com 23 e da MSC com 20.

 

No mercado concentrado dos agentes de navegação predomina a James Rawes que com 149 navios agênciados atinge uma quota de mercado em Lisboa superior a 42%. Segue-se a Arenthern, com 84.

PRESOS SEIS PIRATAS DA SOMÁLIA QUE ATACAVAM NAVIOS

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A tripulação do ITS Virginio Fasan prende seis suspeitos de pirataria e apreende os seus barcos ao largo da costa da Somália, 19 de novembro de 2017. Foto: EU NAVFOR


As autoridades das Seychelles acusaram seis cidadãos somalis de crimes relacionados com pirataria por supostamente atacarem um navio de navegação britânico e um navio de pesca no oceano Índico no mês passado.

Os seis piratas suspeitos foram presos pela tripulação de um navio de guerra italiano a bordo de seu baleeiro após ataques separados contra o MV Ever Dynamic e o FV Galerna III, que ocorreram num período de 24 horas em 17 e 18 de Novembro no sul da Somália, Bacia do Oceano Índico.

Os seis suspeitos tripulavam um baleeiro a motor que era supostamente usado como nave-mãe para lançar os ataques usando um esquife. Durante o ataque ao porta-contentores, os suspeitos alegadamente dispararam várias granadas propelidas por foguetes para o navio, mas o ataque foi finalmente rechaçado pela equipa de segurança armada do navio e por outras medidas de contra-pirataria tomadas pela tripulação.

Os piratas suspeitos foram presos pelos marines italianos do Virginio Fasan, navio-bandeira da Força Naval da U.E. da missão de contra-pirataria na Somália, depois dos seus navios serem vistos por um helicóptero militar espanhol.

Os seis suspeitos vão agora enfrentar processos legais perante um tribunal das Seychelles e, se condenados, podem apanhar até 30 anos de prisão.

O Major General Charlie Stickland, Comandante da Operação da EU NAVFOR, disse: "Estou muito satisfeito por as evidências recolhidas pelo nosso navio-chefe, o ITS Fasan terem sido suficiente para que as autoridades das Seychelles procedam a um julgamento. Mais uma vez, gostaria de felicitar pessoalmente os esforços das autoridades das Seychelles e dos homens e mulheres que trabalham na Operação Atalanta para ajudar a manter os mares seguros 24 horas por dia ".

O caso segue a condenação bem sucedida do ano passado em França de seis cidadãos somalis que foram declarados culpados de atacar um iate e assassinar o seu capitão francês num incidente ocorrido em setembro de 2011. Os suspeitos nesse caso foram sentenciados entre 6 e 15 anos.
 
Traduzido do site gCaptain

 

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