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NAVEGAR É PRECISO

Série 'Cruzeiros' - SIC Notícias - 17º Episódio

Neste episódio o primeiro destaque é para a Madeira. Segue-se o entretenimento a bordo de alguns navios da Royal Caribbean com personagens dos filmes da Dreamworks, sempre do agrado dos mais jovens. Depois, uma reportagem sobre cruzeiros fluviais no Douro. Por fim, uma visita a Dubrovnik, na Croácia.

Autoria e Produção do Programa Cruzeiros: Global Sea Produções

DISCURSO DO PRIMEIRO MINISTRO DAS BAHAMAS NA CERIMÓNIA DE ARRANQUE DAS OBRAS NA ILHA OCEAN KAY DA MSC

Grounbreaking Ocean Cay MSC  Marine Reserve_1.jpg

Discurso do Primeiro Ministro e Ministro das Finanças das Bahamas, Perry G. Christie na cerimónia de arranque da construção da ilha Ocean Cay em 16 de Janeiro de 2017:

 

Gostaria de aproveitar esta oportunidade para dar as boas-vindas ao Sr. Pierfrancesco Vago, Presidente Executivo da Mediterranean Shipping Company (MSC) e, mais uma vez, agradecer a ele e à família Aponte o seu interesse e apoio às Bahamas.

 

O Sr. Vago não só é presidente de operações de cruzeiro no MSC, mas esteve ao leme da Cruise Line Industry Association (CLIA) no Reino Unido como seu presidente nos últimos três anos e é a força motriz por detrás deste projeto aqui em Ocean Cay.

 

A Mediterranean Shipping Company, ou MSC, é a companhia de cruzeiros com o mais rápido crescimento no mundo; o segundo maior transportista de contentores do mundo, e a maior companhia de cruzeiros privada do mundo. Opera cerca de 500 navios, tem 350 escritórios e cerca de 65.000 pessoas a trabalhar em todo o mundo e está posicionada para a entrega ao mercado dos navios mais modernos e inteligentes, que representam uma oportunidade económica tangível para os destinos de cruzeiros nesta região.
 

A procura por cruzeiros aumentou 68% na última década. Com 33% do mercado de cruzeiros, nenhuma região é mais competitiva do que as Caraíbas. O crescimento dos cruzeiros está a reflectir-se na procura de produtos e nos correspondentes investimentos de capital, uma vez que os estaleiros europeus dispõem actualmente de 48 navios para entrega a linhas de cruzeiro internacionais até 2019 e 75 até 2026.

Desde a recessão global de 2008, os cruzeiros como um sector da indústria do turismo também têm superado consistentemente o crescimento das viagens de lazer em geral.

De muitas maneiras, portanto, as oportunidades nunca foram melhores e as experiências mais interessantes, mais agradáveis, seguras e acessíveis.

O sector movimenta uma base de clientes global de vinte e quatro milhões de pessoas, com um gasto médio diário de US $ 135 dólares e impacto económico global de mais de US $ 120 bilhões. Em 2015, os gastos com cruzeiros nas Bahamas ascenderam a US $ 373 milhões e proporcionaram 4.000 empregos directos e US $ 81 milhões em salários anuais directos.

O recente investimento de US $ 5,4 bilhões da MSC na expansão da frota dobrará o número actual de 12 navios e lançará os primeiros de dois novos protótipos - o MSC Meraviglia, que se estreará no Mediterrâneo em Maio e o MSC Seaside nas Caraíbas em Dezembro, ambos com capacidade para cerca de 5.000 passageiros e 1.400 tripulantes.

O MSC Seaside irá basear o seu serviço semanal nas caraíbas no Porto de Miami com viagens para Nassau e, quando concluído, Ocean Cay nas Bahamas, juntamente com itinerários para o México, Porto Rico e Jamaica.

 

Além de níveis sem precedente de investimento em navios de cruzeiro de próxima geração, os investimentos em ilhas privadas que servem como portos de cruzeiro também estão a ganhar força. Sob o acordo negociado com o Governo das Bahamas, a MSC vai investir mais de US $ 100 milhões para transformar Ocean Cay num destino de cruzeiro de classe mundial, incluindo um pequeno hotel de 20 quartos, centro comercial, anfiteatro, restaurantes, instalações desportivas e de entretenimento, spa, mega marina para iates e operação de ferry e reserva marítima.

Ao fazê-lo, a MSC ir-se-á juntar a um clube distinto de companhias de cruzeiro que possuem ilhas exclusivas privadas que servem como destino de cruzeiros dedicados.

 

A empresa também irá fornecer instalações para uma esquadra de polícia, alfândega e terminais de imigração.


A
 MSC comprometeu-se com o desenvolvimento empresarial das Bahamas através da oferta de financiamento para a construção e equipamento de restaurantes, lojas, desportos aquáticos, entretenimento e atracções a serem operados por bahamianos.

MSC também procurará maximizar o emprego para os bahamianos na construção e gestão deste empreendimento e Ocean Cay, uma vez concluído, terá actividade comercial para empregar trezentas pessoas vindas de outras ilhas das Bahamas, incluindo Bimini, que agora está desfrutando de pleno emprego com a maioria dos 600-700 bahamianos empregados lá.

A MSC também se comprometeu a estabelecer uma Escola Técnica de Marítimos em Freeport, e tem trabalhado com um Sub-Comité do Governo para facilitar o planeamento e desenvolvimento de infra-estruturas e a triagem de candidatos, com os primeiros 55 recrutas a começarem a treinar já no próximo mês em áreas como alimentos e bebidas, serviços aos hóspedes, avaliações de convés, engenheiros e entretenimento para colocação em navios de cruzeiro da MSC. Um adicional de cinquenta e cinco (55) recrutas por trimestre serão treinados para um total de 220 graduados até ao final de 2017.

A MSC está investir igualmente na instrução de formadores marítimos bahamianos nas suas instalações em Freeport.


Senhoras e Senhores Deputados, não tenho dúvidas de que os impactos económicos acumulados do aumento de cruzeiros da MSC para Nassau e os novos itinerários para Ocean Cay - um projecto que atrairá 369.000 passageiros por ano - proporcionarão ganhos económicos significativos quanto ao futuro dos cruzeiros para as Bahamas, não só por causa da reputação da marca e influência do promotor, mas também porque estamos a viver um tempo em que o interesse por cruzeiros está no ponto mais alto de todos os tempos.


Obrigado.

 

Traduzido do original, publicado pelo The Bahamas Weekly

CROISIÈRES DE FRANCE É ABSORVIDA PELA PULLMANTUR E ABANDONA FRANÇA

Horizon_CroisieresdeFrance.jpg

 

Depois da aquisição da Pullmantur por um fundo de investimento suíço – Springwater Capital, foi decidida a concentração nos mercados espanhol e da América Latina. A primeira consequência deste reposicionamento é o fecho dos escritórios de Paris no fim deste mês e o abandono dos cruzeiros na Europa com partidas de Marselha e Calais.

 

Segundo Antoine Lacarrière, responsável pala logística de chegadas e partidas em Calais, “vivemos três bons anos, com boas performances e estávamos entre os primeiros portos europeus”.

 

Com efeito, os cruzeiros que partiam de Calais para o Mar do Norte e países nórdicos estavam praticamente sempre cheios. De onze escalas em 2014, a Croisières de France tinha passado para 14 em 2015, terminando com 17 escalas o ano passado, movimentando mais de 50.000 passageiros durante a temporada. Estes números colocavam Calais no top dos portos franceses no que respeita a cruzeiros.

 

Toda a actividade ligada a estas escalas, que criava empregos como estivadores, manutenção, segurança, acolhimento, hotéis e restaurantes se perde, contribuindo assim para piorar a situação económica da região, já abalada quer por acontecimentos políticos, quer pela progressiva quebra de movimentações de ferrys que se tem vindo a verificar.

 

Há intenção de atrair novos navios e companhias a Calais, mas as rotas são normalmente decididas com um a dois anos de antecedência, pelo que a curto prazo pouco movimento será possível captar.

 

Croisières de France

 

Sociedade criada em 2007, possui dois navios – Horizon e Zénith. Era propriedade da espanhola Pullmantur, possuída pela Royal Caribbean. No início de Maio, oito anos depois da sua compra, a Royal Caribbean vendeu 51% da Pullmantur ao fundo de investimento suíço Springwater Capital. Os navios explorados pela Pullmantur e pela Croisières de France continuam e pertencer em exclusividade à Royal Caribbean.

 

Escrito baseado em notícias do La Voix du Nord

MSC CRUZEIROS APRESENTA CRESCIMENTO DE 14,8% EM 2016

MSC Cruzeiros-Lisboa-resized.jpg

 

Líder de mercado pelo quarto ano consecutivo em Portugal, a companhia apresenta um novo crescimento a dois dígitos atingindo um total de 20.542 passageiros em 2016

 

A MSC Cruzeiros anunciou hoje que terminou o ano de 2016 com um total de 20.542 passageiros, um número superior ao do ano anterior, com 17.894 passageiros, o que corresponde a um aumento de 14,8% face ao ano de 2015. Segundo o MSC Market Intelligence Cruise Monitor, a quota de mercado da companhia em Portugal teve assim um aumento de 1,2%, atingindo deste modo cerca de 41% no mercado português.

 

Destinos como Cuba e as típicas Caraíbas ou as novidades nos itinerários para o Dubai, Abu Dhabi e Sir Bani Yas, são cada vez mais procurados pelo seu clima e exotismo, potenciando um crescimento da MSC Cruzeiros, que se verifica cada vez maior também no Inverno. Os itinerários mais procurados pelos portugueses, à semelhança do ano passado, continuam a ser os do Mediterrâneo (cerca de 40% do total dos passageiros) e o Norte da Europa (cerca de 32% do total dos passageiros), sendo os cruzeiros com saídas e chegadas a Barcelona, Veneza, Kiel ou Copenhaga os mais vendidos. Além disso, as saídas e chegadas ao porto de Lisboa (cerca de 20% do total dos passageiros) continuam a ser uma grande aposta da companhia, que apresentou em 2016 uma operação com saída e chegada a Lisboa entre Outubro e Novembro, a bordo do MSC Splendida, pela primeira vez com um navio da classe Fantasia a realizar este itinerário.

 

Eduardo Cabrita, Director Geral da MSC Cruzeiros em Portugal, afirma que “Como parte do grupo internacional MSC, a MSC Cruzeiros em Portugal – única com escritório próprio aberto no mercado português – é anualmente auditada por uma das principais ‘big4’ – a KPMG. Assim, é com grande satisfação que nos últimos anos alcançámos o maior número de portugueses que alguma vez já viajaram com uma companhia de cruzeiros. 2016 foi, novamente, um ano extremamente positivo para a MSC Cruzeiros a todos os níveis. Atingimos todos os objetivos previstos para este ano, somos líderes de mercado pelo quarto ano consecutivo em Portugal e continuamos a inovar seja em novos destinos, como o oásis de praia exclusivo de Sir Bani Yas, ou o lançamento com dois anos de antecedência do primeiro MSC World Cruise que terá início em Janeiro de 2019; em novas parcerias, como o caso da Jean Luis David e outras que serão em breve reveladas, ao mesmo tempo que consolidamos as já existentes como a Lego, a Chicco ou o Cirque du Soleil. Uma vez mais considero importante destacar que a nossa posição, bem como estes resultados, que irão continuar a crescer sustentadamente, não seriam possíveis sem o magnífico empenho e dedicação da equipa da MSC Cruzeiros Portugal, que trabalha diariamente para um objectivo comum.”

 

“Enquanto o ano de 2016 foi de optimização de itinerários, de consolidação de mercados-chave e de afinação da estratégia global comercial, o de 2017, com a entrega dos nossos dois novos e ultramodernos navios de próxima geração – MSC Meraviglia e MSC Seaside – prevemos continuar com novos crescimentos sustentados especialmente na Europa, onde predomina o nosso core-business e onde somos a companhia número um, mas também cada vez mais nos itinerários internacionais que caracterizam esta empresa internacional. Será com um grande orgulho que possibilitamos a oportunidade única de dar a conhecer aos portugueses em primeira mão estes dois navios, os primeiros das suas classes, nas suas viagens inaugurais – o MSC Meraviglia estará em Lisboa no dia 7 de Junho e o MSC Seaside passará no Funchal no dia 10 de Dezembro de 2017, também na sua Grand Voyage inaugural com partida de Veneza e destino a Miami, onde ficará a realizar cruzeiros pelas Caraíbas ao longo de todo o ano de 2018.”, conclui Eduardo Cabrita.

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